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EMBAIXADA DO PANAMÁ

EM PORTUGAL

PANAMÁ: O SEGREDO DAS AMÉRICAS

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EPELis. N.º 004/05

 

Estimados Señores y Señoras:

               La Embajada de Panamá en Portugal Desea que a través de la información que estamos presentándoles, reunida para que fácilmente puedan conocer más sobre nuestro país, se despierte su interés en visitar Panamá en un futuro próximo.

               Esperamos que Panamá se convierta en su país de preferencia, para hacer turismo, invertir o hacer negocios, y en caso de requerir información adicional pueden contactarnos por correo, teléfono o fax.

               Les informamos además, que los ciudadanos de nacionalidad portuguesa no necesitan visa para ingresar a territorio panameño, pudiendo permanecer en calidad de turistas hasta tres meses sin visa.

               Con las expresiones de nuestra mayor consideración, quedamos de ustedes muy atentamente.

Embajada de la República de Panamá

en Portugal

 

Informação geral

 

Panamá: O segredo das Américas

 

O Panamá é o segredo mais bem guardado das Américas. A sua localização privilegiada entre o mar das Caraíbas e o Oceano Pacífico, separados em algumas zonas por apenas 50 milhas, permite fazer mergulho de manhã numa costa e nadar de tarde na outra.

Para um país com uma pequena dimensão, oferece uma grande variedade de atracções: o melhor ecoturismo, centenas de magníficas ilhas e praias, a convivência com cinco etnias diferentes, fascinantes locais históricos e a oportunidade de practicar diversos desportos de aventura.

O Panamá é o país mais seguro das Américas para os turistas, dotado de excelentes infra-estructuras a nível de transportes, telecomunicações, serviços de saúde e comércio. Uma sofisticada economia baseada no dólar, um sector financeiro com cerca de 150 bancos, a segunda maior Zona Franca do mundo e a sua incomparável localização geográfica fazem do Panamá um dos maiores centros financeiros da América Latina.

Situada na cidade portuária de Caribe, a Zona Franca de Colón, criada em 1948, é o segundo maior centro de importação e re-distribuição do mundo. Artigos de qualquer tipo, incluindo matéria-prima e máquinas, podem ser importados, armazenados, modificados, distribuídos, manipulados, selados e re-empacotados e re-exportados, sem estarem sujeitos a impostos de alfândega. Cerca de 2000 empresas e 25 bancos internacionais estão estabelecidos nesta Zona Franca, que emprega mais de 20.000 trabalhadores.

O Panamá é um dos maiores centros bancários a nível mundial ultrapassado apenas pela Suíça. Mais de 150 bancos internacionais e suas filiais operam neste país, que também é considerado um paraíso em termos de comércio. O Panamá tem os melhores produtos às tarifas mais baixas das Américas, tornando-se um dos maiores centros de compras, de tal forma que a cidade do Panamá começou a ser designada de "segundo Miami".

A metrópole dos arranha-céus, dos bancos e dos impérios comerciais que, por outro lado, ainda conserva as ruínas das cidades antigas, como são disso exemplo Panamá Vieja e Casco Antiguo ou Panamá Colonial, um dos bairros mais luxuosos do país. Recentemente, o Casco Antiguo foi nomeada pela UNESCO como "Património da Humanidade". Nos arredores da cidade, nas represas de Miraflores e de Pedro Miguel e Gatun os visitantes assistem ao movimento dos navios pelo Canal do panamá.

A área total do Panamá é de 78.000 quilómetros quadrados, constituída por uma cadeia de montanhas, com picos de cerca de 2,400 metros de altura, que formam a espinha dorsal do istmo, que têm forma de "S".

A topografia varia de montanhas na costa do Caribe, a pequenas colinas, vastas savanas na direcção do Pacífico e planícies que constituem quase 85% do território. A floresta tropical é a vegetação dominante na zona do Canal, ao longo da costa de Caribe e na metade oriental do país, cuja área territorial é composta por mais de 1518 ilhas e 500 rios.

Segundo o censo de Janeiro de 2000, a população estima-se em 2.8 milhões e cerca de 49 por cento vive nas áreas urbanas. Na cidade do Panamá, capital de país, vivem 1 milhão de habitantes. Os panamenhos provêm de diferentes etnias: 62% mestiços, 14% africanos, 10% espanhóis, 5% mulatos e 5% índios.

A República do Panamá é um estado soberano e independente, com um governo unitário, republicano, democrático e representativo. Compõe-se de três secções governamentais: Executivo, Legislativo e Judiciário. O Panamá divide-se em 9 províncias e 2 comarcas ou territórios indígenas que, por sua vez, são divididas em 67 distritos.

O espanhol é o idioma oficial do Panamá, mas o inglês é amplamente falado, principalmente nas grandes cidades. O dólar americano é a moeda oficial desde 1903 mas a unidade monetária do Panamá é o Balboa, utilizado apenas em moedas.

O Panamá tem duas estações climatéricas: a seca que começa em Janeiro e vai até Abril e a estação chuvosa desde meados de Abril a Dezembro.

Investir na actividade turística do Panamá é a aposta para este ano da Presidente Mireya Moscoso - a primeira mulher a vencer a liderança do país-, sendo 10 milhões de contos o valor destinado ao investimento nesta área.

 

História do Panamá

 

O Istmo do Panamá foi descoberto no século XVI por D. Rodrigo de Bastida, quando este chegou a costa atlântica do Continente Americano em 1501. No ano seguinte em 1502, durante a sua quarta viagem, o Almirante Cristóvão Colombo visitou a costa panamiana e fundou a cidade de Santa María de Belém.

Posteriormente, a 25 de Setembro de 1513, Vasco Nuñez de Balboa, ao cruzar o Istmo do Panamá, descobre o Oceano Pacífico ao qual lhe dá o nome de Mar do Sul. As fabulosas descrições de Balboa sobre a região, fazem com que se atribui ao Istmo do Panamá o nome de Castilha do Ouro e em 1515 a coroa espanhola designa o primeiro governador na pessoa de Pedro Arias de Ávila, quem a 15 de Agosto de 1519 funda como capital de Castilha do Ouro, a Cidade do Panamá, nome com o qual desde os tempos remotos os índios designavam ao Istmo, que significa abundância de peixes, árvores e borboletas. Panamá foi assim a primeira cidade fundada pelos espanhóis na costa do Oceano Pacífico, através da qual se realizaram as expedições do transporte dos tesouros dos Incas.

A Cidade do Panamá era uma cidade próspera devido a sua localização geográfica que facilitava o comércio e no sector atlântico celebravam-se as famosas feiras de Portobelo, o que despertou a cobiça dos piratas da época como Sir Francis Drake que atacou em 1572 e 1591 e Henry Morgan que em 1671 saqueou a florescente Cidade do Panamá incendiando-a e levando consigo os seus tesouros, o que obrigou a que a cidade mudasse a sua localização.

A travessia dos carregamentos de ouro proveniente do sul, partia da cidade do Panamá, situada na costa do pacífico através do caminho Real até serem embarcados em Portobelo, na costa atlântica, utilizando-se também o caminho das Cruces e o rio Chagres até o Forte de São Lorenzo.

De aí surgiu a idéia de uma passagem marítima e em 1534 Carlos V de Espanha ordenou os primeiros estudos topográficos no Istmo, ao ser a parte mais estreita do continente americano, para a construção de um canal, mas o seu filho Filipe II recusou o projecto afirmando que "o que Deus uniu não o separe o Homem".

Panamá tinha uma grande importância comercial e dependeu administrativamente dos "Virreinatos" localizados na América do Sul criando-se para além disso em Panamá em 1538 a Real Audiência, que era um tribunal de última instância civil, criminal e eclesiástico.

Panamá torna-se independente de Espanha no dia 28 de Novembro de 1821, e seguindo o idealismo de Simão Bolivar de que houvesse uma América Latina unida, une-se a Nova Granada (actual Colômbia) junto com a Venezuela e o Equador, formando o que se conheceu como a Grande Colômbia. O sonho de Bolivar fracassou e separaram-se a Venezuela e o Equador, mas o Panamá mantendo-se fiel ao idealismo bolivariano permaneceu unido a Colômbia. No entanto, pela sua geografia marcada por densas selvas na sua fronteira com a Colômbia, fez com que o Panamá se mantivesse separado e com características muito diferentes, e politicamente aceitou-se que o Panamá fosse representado no Congresso colombiano com um status especial de Estado Federal de 1855 a 1885. Mas devido a que pouco a pouco foram-se-lhes reduzindo os direitos aos panamianos, o Panamá tentou em três ocasiões separar-se da Colômbia.

O Panamá sempre foi considerado como uma ponte para unir o Atlântico com o Pacífico, devido a isto, pela febre do ouro na California, uma empresa norte americana iniciou em 1850 a construção do Ferrocarril Interoceánico por Panamá, que foi inaugurado em 1855. Posteriormente, a empresa francesa, Companhia Universal do Canal, a partir de 1880 realiza obras para a construção de um canal por território panamiano, sob a direcção do Conde Fernando Lesseps, mas após vinte anos de lutas contra a selva, doenças tropicais, má administração e problemas técnicos e financeiros, viram-se forçados a desistir.

Seguidamente os Estados Unidos propuseram a Colômbia continuar os trabalhos da falida empresa francesa, mas quando o Congresso colombiano sem ouvir as vozes panamianas rejeitou a proposta, provocou que os panamianos se mobilizassem conseguindo o apoio e força militar que não tinham e sem nenhum tiro ou derramamento de sangue, marca-se a separação de Panamá da Colômbia. Somente a presença do navio de guerra norte americano "Nashville" foi suficiente, mas este resultado conseguiu-se tão facilmente devido ao facto que os colombianos tinham consciência de que Panamá estava atado a Colômbia pela força militar e não pela vontade dos seus habitantes pacíficos por excelência.

Panamá torna-se independente da Colômbia no dia 3 de Novembro de 1903 e a 15 de Agosto de 1914 inaugurou-se o Canal do Panamá, abrindo as suas portas ao comércio mundial.

A sua história ter-se-ia escrito de forma muito diferente se não tivesse sido por um francês, Philippe Buneau Varilla, quem por enganos e promessas de ajudar a negociar os Tratados do Canal, só se preocupou em salvar os interesses da falida companhia francesa, e tendo recebido plenos poderes de representação, assinou o Tratado "Hay-Buneau Varilla" sem esperar pela delegação panamiana que, ao chegar a Washington, deparou-se com um tratado que nunca negociaram, sendo até ao dia 7 de Setembro de 1977, com a assinatura dos Tratados do Canal Torrijos-Carter, que se reconhece dignamente ao Panamá a soberania sobre a área do Canal, e ao meio-dia de 31 de Dezembro de 1999 a República do Panamá assumiu a responsabilidade da administração, funcionamento e manutenção do Canal do Panamá.

 

Turismo Ecológico - Ecoturismo

 

Panamá é o país da América Central mais rico em biodiversidade. A palavra Panamá tem origem pré-colombiana e significa abundância de peixes, borboletas e pássaros. Neste país, ponte de terra natural que une a América do Norte e Central com a América do Sul, habitam espécies de animais selvagens de ambos os continentes.

Os imensos lagos, praias, selvas e bosques tropicais, abundantes em vida animal terrestre e aquática, são alvo de várias investigações científicas. Os seus oceanos abrigam um mundo aquático de recifes de corais intactos e banham praias de areia espectaculares.

Mais de 25% da totalidade do território está protegido por 15 parques nacionais, uma dúzia de reservas florestais e uma dezena de vida silvestre. Vivem mais espécies de aves no Panamá do que em toda a América do Norte e Canadá onde, para além dos pássaros migratórios, existem aproximadamente 954 espécies nativas.

Nas montanhas da Província de Chiriqui ainda é possível avistar um quetzal e na selva Darién a Águia Hárpia, o pássaro nacional do Panamá. Os locais repletos de aves, conhecidos internacionalmente, encontram-se no círculo da montanha Cerro Azul, nas regiões das florestas tropicais de Baru Volcano e Cerro La Vieja e na famosa Rodovia do Oleoduto, no Lago Gatun.

Panamá abriga 220 espécies de mamíferos e 354 espécies de répteis e anfíbios. Muito perto da capital, existe o Capony Tower, que é um lugar específico para observação de aves e o Abrigo de Vida Animal Barro Colorado, que é um campo de pesquisa do Instituto Smithsonian e um centro de investigação científica mundial.

Localizado nos limites da cidade do Panamá, encontra o Parque Nacional Metropolitano e na região montanhosa abençoada em quedas de água e vistas panorâmicas majestosas, assim como florestas tropicais luxuriantes, pode visitar o Parque Nacional de Chagres. Gamboa Rainforest Resort, situado no Canal do Panamá, é outro dos magníficos locais a visitar, onde os turistas podem apreciar os belíssimos jardins, toda a variedade de répteis e um magnífico aquário.

Panamá é um enorme jardim de flores multicores e é o local ideal para admirar uma grande variedade de frutas e vegetais frescos e mais de 10 mil espécies de plantas, incluindo 1200 variedades de orquídeas, 678 espécies de samambaias e 1500 variedades de árvores.

 

Turismo Desportivo

 

A curta distância da costa existem centenas de ilhas e mil recifes de coral protegidos. A beleza das praias oferece a oportunidade de praticar fantásticos desportos como o mergulho e a natação. O Panamá também oferece uma excelente oportunidade de pesca nos Oceanos Pacífico e Atlântico bem como no Lago Gatun.

Os bosques tropicais do Vulcão Barú, na província de chiriquí, são perfeitos para acampar e fazer excursões a pé. Os turistas podem ainda desfrutar da prática dos passeios em balsa nos Rios Chiriquí e Chagres, partindo da Montanha do Cerro Azul.

Para os amantes de desportos radicais, o Panamá é o destino ideal, dotado de óptimas praias para practicar surf como El Toro, Detiladero, Playa Venao, Santa Catalina, Guanico Arriba, Guanico Abaja e Malibú em Gorgona. Point, em Playa Teta, é considerada uma das melhores praias para praticar este desporto e é uma das mais populares entre os surfistas do Panamá e estrangeiros. Todos os anos, o Panamá acolhe o Torneio Internacional de Surf Billalong - Pro.

Para os apaixonados pela escalada ou rappel, o Panamá também pode ser uma boa opção. Poderão escalar as maravilhas da natureza em locais como Cerro Campana, Volcan Barú, Cerro Azul, Chorro Las Mozas e El Macho no Valle de Anton. Aqueles que nunca se aventuraram neste desporto poderão pedir auxílio a uma das equipas de professores.

 

Turismo Histórico

 

O Panamá não é apenas um mundo de paisagens verdes, pois também é abundante em monumentos e museus. A Cidade de Panamá La Vieja é um dos locais mais ricos em praças e conventos, como Santo Domingo, San Francisco e La Merced.

Casco Antiguo, declarada Património Mundial da Humanidade pela ONU em 1997, é outra das cidades a não perder. Sendo a segunda maior cidade do Panamá, é um lugar propício para admirar balcões coloniais, edifícios de estilo neoclássico e arte nova. O melhor ponto de partida é a Praça Francia, na zona antiga da cidade, seguido pelo Paseo de las Bóvedas, Palácio da Justiça e Teatro Nacional.

De entre os múltiplos museus a visitar, de segunda a sexta-feira, destacam-se:

·         Cidade do Panamá: Museu da Arte Religioso Colonial, Museu das Ciências Naturais e Museu da História do Panamá ( instalado no Edifício do Palácio Municipal).

·         Restantes localidades: Museu da Arte Religiosa em Parita, Museu da Nacionalidade em Los Santos e Museu da História e Cultura Jose De Obaldía.

O Canal do Panamá, construído entre 1904 e 1914 pelos Estados Unidos, é outras das maravilhas do país. É uma das obras de engenharia mais impressionantes do mundo, a apenas 20 minutos da cidade do Panamá. Com 80 quilómetros de largura, desde as profundas águas do Atlântico ao Pacífico, este canal tem três conjuntos de represas e três lagos artificiais.

A República do Panamá assumiu a responsabilidade total pela administração, funcionamento e manutenção do Canal do Panamá em 1999, através de uma entidade governamental, denominada de Autoridade do Canal do Panamá, criada pela Constituição Política da República do Panamá, mantendo os mesmos níveis de qualidade de serviço.

A actividade do Canal representa 7% do PIB do Panamá, 12% da Segurança Social provem do contributo dos trabalhadores desta obra e 10% das receitas do país têm origem nos impostos destes operários.

Vários cruzeiros atravessam o Canal, com paragens nos seus portos (um barco médio demora entre oito a 10 horas para atravessá-lo), para permitir visitas breves em terra firme. O serviço de balsas funciona diariamente entre a cidade do Panamá e a ilha Taboga no Pacífico. É possível organizar cruzeiros pelo Canal todos os dias. Desde a inauguração, a 15 de Agosto de 1914, mais de 700.000 navios fizeram esse cruzamento. As instalações turísticas encontram-se na Represa de Miraflores, do lado do Pacífico, e na Represa de Gatún, do lado do Atlântico.

 

As Praias

 

Localizado entre o mar das Caraíbas e o Oceano Pacífico, o Panamá oferece condições únicas para um intenso dolce fare niente. É o único sítio onde se pode nadar em dois oceanos no mesmo dia e com mais de 1,500 ilhas e areais a perder de vista em ambas as costas, é o local ideal para retemperar energias.

O Panamá é rico em praias paradisíacas, estando as de Kobbe e Vera Cruz entre as mais visitadas. Nas ilhas de San Blas e no arquipélago de Bocas del Toro, pequenos tesouros no meio do mar das Caraíbas, encontram-se as mais belas praias do país onde o visitante pode ir à pesca, fazer mergulho, surfar ou apenas apanhar banhos de sol.

Para quem procura calma, as estâncias termais são paragens obrigatórias, de uma rara beleza natural, em zonas de grande vegetação, onde se conjuga a tranquilidade física e psíquica. A palavra Talassoterapia provém da palavra grega "talhatta" que significa mar e "therapeia" que significa cura. As águas termais são fontes de saúde, essenciais para a cura e prevenção de infecções crónicas do aparelho respiratório, locomotor e digestivo.

Entre as estâncias equipadas para a prática de Talassoterapia destacamos Coronado, Corona ( Praia Rio Mar), Santa Clara, Bocas del Toro e San Blas.

Chiriqui oferece empreendimentos turísticos termais, com características simples e rústicas.

 

Turismo Étnico e Religioso

 

O Panamá foi descoberto por Rodrigo de Bastidas, Capitão que velejou com Cristóvão Colombo na sua segunda viagem para as Américas, em 1501. Nessa época, mais de 60 tribos indígenas habitavam a região. Actualmente, há cinco tribos índias:

·         Kuna, nas ilhas de Kuna Yala (San Blas) no Caribe;

·         Emberás, na Província do Darién;

·         Gnoble Bugle nas Províncias de Chiriquí, em Bocas del Toro e Veraguas;

·         Bokota, em Darién;

·         Teribes, em Bocas del Toro.

Todas estas tribos deram forma à variedade e profundidade da história, cultura e tradição deste país, ao longo dos 450 anos de imigração espanhola, índia e dos que vieram dos quatro cantos do mundo.

A diversidade dos produtos tradicionais representa a encruzilhada étnica do Panamá. As esculturas de madeira, máscaras cerimoniais, cerâmica, trabalhos em palha e as populares Molas ( painéis decorativos usados nas blusas das mulheres - tradição e cultura Kuna), são disso exemplo.

O Folclore também é um símbolo do Panamá , expressado nos festivais e bailes tradicionais, onde se usa a colorida "Pollera", o traje tradicional, complementada com os "tembleques" que enfeitam o cabelo das mulheres. Nestes bailes, os homens usam camisas de manga comprida, calças compridas e o chapéu "Montuno".

Ao longo do ano, decorrem em todo o país festas em honra dos Santos Padroeiros de cada povoado. O Corpo de Cristo é comemorado em Los Santos, onde o cariz religioso se confunde com a festa pagã, representada por diferentes danças. Nesta zona a população festeja também as festas de Santa Librada, que atraem todos os anos milhares de turistas.

Uma das tradições religiosas mais importantes do Panamá é celebrada a 21 de Outubro: El Milagroso Cristo Negro de Portobelo. Esta data junta vários peregrinos de todo o país que caminham até ao local, alguns carregando pesadas cruzes, para agradecer os milagres concedidos.

O Carnaval é a festa popular mais importante do país, assinalado com muita animação e alegria 40 dias antes da Semana Santa. A cor e a originalidade dos trajes usados são característicos deste povo.

 

Informações úteis:

 

Nome oficial: República do Panamá

Área: 78.000 quilómetros

População: 2,8 milhões

Distribuição por idade: (%): 0-14 anos 37.0%, 15-59 anos 56.3%, 60 + anos 6.7%

Capital: Panamá

Etnias: 65% mestiços, 14% de descendência africana, 10% descendência espanhola, 10% índios

Taxa de alfabetismo: 90%

Línguas: Espanhol e Inglês

Religião: 85% católicos, 10% protestantes, 5% islamitas

Presidente: Mireya Moscoso

Governo: Democracia

Divisão política: 9 províncias e 2 comarcas

Clima: O Panamá tem um clima tropical e a temperatura é estável em todo o ano, sendo que a média se situa nos 27ºC. As noites são geralmente frescas. O país tem duas estações climatéricas: a chuvosa e a seca. A primeira vai de Maio a Dezembro e a segunda, também chamada de Verão, de meados de Dezembro a Abril.

Hora local: GMT-5

Impostos: Todas as compras no Panamá são acrescidas de uma taxa de imposto de 5%, exceptuando os medicamentos, alimentos e materiais escolares.

Moeda: O dólar é a moeda corrente desde 1903.

Licença de condução: Os turistas podem conduzir com uma carta de condução estrangeira até 90 dias. Deverão apresentar o passaporte sempre que for solicitado.

Horários:

Comércio: Aberto das 9:00 às 19:00 horas, sem interrupção, incluindo

domingo.

Bancos: Abertos das 8:30 às 14:30. A caixas multibanco estão a

funcionar 24 horas por dia.

Locais públicos: Das 8:30 às 16:30 horas.

Fronteiras: 555 km no total; Colômbia 225 km, Costa Rica 330 Costas: 2,490 km. A Norte faz fronteira com o Mar Caribe, ao Sul como o Oceano Pacífico, a Este com a Colômbia e a Oeste com a Costa Rica.

Mar Territorial: 200 mn

Independência: O Panamá tornou-se independente de Espanha a 28 de Novembro de 1821 e separou-se da Colômbia a 3 de Novembro de 1903.

Electricidade: 110 W

Água potável: É uma das mais puras do mundo, podendo beber-se da torneira sem qualquer constrangimento.

Feriados Nacionais: 1 de Janeiro (Ano Novo), 9 de Janeiro (Dia dos Mártires), 12 de Fevereiro (Carnaval), 1 de Abril (Sexta Feira Santa), 1 de Maio (Dia do Trabalhador), 12 de Setembro (Dia da Raça), 3 de Novembro

(Separação do Panamá da Colômbia), 10 de Novembro (Primeiro Grito de Independência), 28 de Novembro (Independência de Panamá de Espanha), 8 de Dezembro (Dia da Mãe) e 25 de Dezembro (Natal).

Principais actividades: Operações Bancárias, Construção Civil, Refinação de Petróleo, Exploração do Açúcar, Agricultura, Turismo, Comércio e Serviços.

Condições para entrada no país: Dependendo da nacionalidade do viajante, é exigido um passaporte válido e um visto ou um Cartão de Turista para entrar no Panamá. Os cartões de turista podem ser adquiridos no balcão da linha aérea, no momento da saída. No caso de Portugal, os portugueses não necessitam visa e podem permanecer em território panamiano até 3 meses sem visa.

A melhor época do ano para viajar para o Panamá: Entre meados de Dezembro e Abril (estação seca).

Segurança: É um dos países mais seguros da América Latina, tendo sido criada uma Polícia específica para o Turismo.

Forças militares: Não existe exército.

Transporte:

O Aeroporto Internacional Tocumen localiza-se a 2 quilómetros do centro da cidade. As companhias aéreas que servem Panamá incluem AMERICAN AIRLINES, AVIATECA, COPA, CONTINENTAL AIRLINES, EVA AIR, DELTA AIRLINE, IBERIA, LACSA, MEXICANA E TACA. Os vôos domésticos partem do Aeroporto de Marcox A. Gelabert (paitilla), na cidade do panamá. As companhias aéreas domésticas são AEROPERLAS, AERO TAXI E NAPIEX.

Ao chegar ao Aeroporto Internacional de Tocumen, os passageiros têm acesso a uma magnífica zona livre que está aberta 24 horas por dia. Este espaço encontra-se no piso superior do Aeroporto, onde pode comprar as últimas recordações e um posto de informação, aberto das 8 às 24 horas.

Junto à saída do Aeroporto existe um posto de Táxis.

A rede de transportes terrestres é bastante boa. A Rodovia Pan-Americana Highway, também chamada Rodovia Inter-Americana do Panamá, liga a cidade do Panamá à fronteira de Costa Rica. Ainda não é possível chegar por terra à Colômbia porque a selva de Darién é inacessível. Todas as zonas mais afastadas são acessíveis por ruas secundárias asfaltadas. O serviço de autocarros cobre todo o país, sendo o meio utilizado para chegar a outros países da América Central e México.

 

Hotéis:

- Cidade do Panamá

Hotéis

Telefones

Correio electrónico

Marriott

(507) 2109100

www.marriotthotels.com/ptypa

Bristol

(507) 2657844

www.thebristol.com

Caesar Park

(507) 2700477

www.caesarpark.com

Miramar

(507) 2141000

www.miramarpanama.com

El Panamá

(507) 2695000

www.elpanama.com

Plaza Paitilla Inn

(507) 2691122

www.plazapaitillainn.commailto:Ppinn@sinfo.net

Riande Continental

(507) 2639999

www.hotelesriande.com

Granada

(507) 2644900

www.hotelesriande.com

Roma Plaza

(507) 2273844

www.hotelromaplaza.com

Soloy

(507) 2271133

Hgsoloy@pan.gbm.net

Holiday Inn

(507) 2065555

www.holidayinnpanama.com

 

Praia:

Hotéis

Telefones

Correio electrónico

Coronado Hotel & Resorts

(507) 2233175

www.sinfo.net/coronado/

Coronado Club Suites

(507) 2404444

www.coronadoresorts.com

Gorgona Jayes

(507) 2237775

...

 

Ecoturismo:

Hotéis

Telefones

Correio electrónico

Gamboa Rainforest Canal

(507) 3149000

www.gamboaresort.com

Tropic Star Lodge

(507) 2328379

...

 

Hotéis Resorts:

Hotéis

Telefones

Correio electrónico

Bambito

(507) 7715126

www.bambito.com

Canopy Tower

(507) 2645720

...

Contadora

(507) 2641498

www.hotelcontadora.com

Coronado Club Suites

(507) 2404444

www.coronadoresorts.com

Meliá Panamá Canal

(507) 4701100

www.solmedia.com

Royal Decameron

(507) 9932455

www.decameron.com

Barceló las Olas

(507) 7723000

www.barcelo.com

 

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Lista de Hipervínculos

 www.ipat.gob.pa

 www.panamatours.com

 www.panamainfo.com

 www.presidencia.gob.pa

 www.mire.pa

 www.mici.gob.pa

 www.acp.gob.pa

 www.pancanal.com

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Informação de contactos

EMBAIXADA DO PANAMÁ

Av. Helen Keller N.º 15 - Lote C - 4º Esq.

1400-197 Lisboa - PORTUGAL

Tels.: (00-351) 21 364 45 76 - 21 364 45 77

(00-351) 21 364 28 99

Fax: (00-351) 21 364 45 89

Email: panemblisboa@netc.pt

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Projectos actuais e informação actualizada

Embaixadora Extraordinária e Plenipotenciária da República do Panamá em Portugal, Dra. MINERVA LARA BATISTA

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Última revisão: 04 de Janeiro de 2005